quinta-feira, 17 de julho de 2014

2º CÍRCULO BÍBLICO DE JULHO: MATEUS → 10,16-33 - Jose Geraldo de Miranda - CEBI Volta Redonda

2º CÍRCULO BÍBLICO DE JULHO: MATEUS → 10,16-33

LEMA: “Portanto, todo aquele que der testemunho de mim diante dos homens, também eu darei testemunho dele diante do meu Pai que está no céu.” (Mt 10.32)

PREPARAR O AMBIENTE: Estender um pano no chão, sobre ele um crucifixo, a Bíblia aberta no texto que vai ser lido, Uma vela acesa (símbolo da luz), flores, uma faixa escrita com o lema do encontro, outros símbolos que queira desejar.
ACOLHIDA: ANIMADOR (A): Reunidos e acolhidos em Jesus Cristo, que nos envia para missão e fortalecidos pelo Espírito Santo que nos conduza na história anunciando a Boa Notícia de Deus. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
CANTO: Podes reinar (Cantando a Esperança nº 972)
LEITOR (A) – No Evangelho, Jesus envia missionários na condição desafiadora, enserida uma situação hostil. A proposta do Reino atinge o cerne da sociedade injusta, que vai reagir contra os que estão subvertendo a ordem. Subvertendo a ordem é colocar em pratica as Bem Aventuranças em Mt 5. Como o povo costuma dizer: “é cutucar onça com vara curta”. O que exige prudência, humildade e simplicidade. Todo cuidado é pouco. Quem entrou na luta para anunciar o projeto de Jesus e denunciar tudo aquilo que fere os princípios deste projeto, deve confiar no dono do Reino, o Pai que lhes dará especial ajuda através do seu Espírito.
A proposta do Reino causará divisão até dentro da família. Uns denunciarão os outros. A salvação está em ser fiel até o fim. Na perseguição, os seguidores e seguidoras de Jesus são aconselhados a fugir de uma cidade para outra, sem medo e sem aflição, porque o Filho do Homem é o Senhor da vida e da história.
CANTO DE ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO: Buscai primeiro (Cantando a Esperança nº 456)
UM OLHAR PARA O EVANGELHO DE MATEUS: 10,16-33
PARA REFLETIR:
1) O que nos chama atenção no texto? Que lado Jesus Cristo se coloca na defesa da vida?
2) Que seguimentos sociais, as comunidades se organizam e participam para enfrentar as ameaças, os conflitos e as injustiças que contrariam o projeto de Deus no mundo?
PRECES: - ANIMADOR (A) – Colocar em forma de preces tudo aquilo que refletimos sobre o Evangelho e sobre a nossa vida. Terminar com o Pai Nosso Ecumênico.
CELEBRANDO A VIDA: ANIMADOR (A) - Os seguidores de Jesus devem ter a clareza da proposta de Jesus. Ele não manda enfrentar os perseguidores isso seria “dar murro em ponta de faca”, mas continuar o anúncio. Essa é a maneira de agir dos mansos de coração. É preciso superar o medo, porque o medo paralisa. O maior risco não é perder a vida física, mas desviar da opção. Para ajudar a manter viva essa memória, nossas comunidades cantam: “Não temais os que tudo deturpa pra não ver a justiça vencer. Tende medo somente do medo de quem mente pra sobreviver”. Jesus anima aos seus discípulos e discípulas a confiar. Deus é Pai que tem cuidados maternais com sua comunidade. Vocês são amados “até os cabelos da cabeça estão todos contados”. Nessa circunstância, o comportamento dos seguidores e seguidoras determina o posicionamento de Jesus no julgamento final.
OREMOS: - ANIMADOR (A) - Ó Deus de ternura, que criastes a terra para ser a casa de todos os vossos filhos e filhas. Ajudai-nos a ter consciência e firmeza na missão, para sustentar e manter o teu projeto de vida, de justiça e de paz na sociedade. Renove em nós, cristãos a alegria de colaborarmos convosco na imensa obra da criação. Por Cristo nosso Senhor. Amém!
ABENÇÃO: - ANIMADOR (A) – Que a benção de Deus Pai, do Filho e do Espírito Santo ilumine nossos caminhos, fortaleça nossos propósitos, nos dê sabedoria e nos estimule na prática da caridade. Amém!

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Com Jesus na Contramão - relato da luta dos profissionais da educação no Rio de Janeiro - Márcia Spadetti

Com Jesus na Contramão - relato da luta dos profissionais da educação no Rio de Janeiro

Márcia Spadetti - CEBI Caxias   

     
              Não sei se este pequeno trecho cabe no informativo ou algum espaço de divulgação.  Mas, acredito que nós do Cebi não podemos nos calar sobre este ataque sério contra a manifestação popular que foi feito recentemente aos profissionais da educação.  
                A marginalização daqueles que lutam pela melhoria da sociedade é crescente.  São criminalizados e encarcerados, ninguém questiona.  O fato do prefeito Eduardo Paes zerar o contracheque daqueles professores que lutavam pela educação pública de qualidade não é mencionada na imprensa de massa e quando pronunciada não há uma defesa por aqueles que lutam pela qualidade da educação.  A educação pública em nível estadual, sofre ataques constantes com medidas que chamamos meritocráticas e colocam os professores como meros executores deste plano de sucateamento da educação.  Ainda, no âmbito da educação pública local, das escolas municipais da cidade de Duque de Caxias, estamos lutando, saímos recentemente, do movimento de greve que pouco foi mencionado.  Foram 26 dias de intensa luta, onde logo no começo, sabíamos que pouco mudaríamos o reajuste salarial abaixo do índice da inflação proposto pelo governo, mas continuamos pelas questões pedagógicas porque o ataque do prefeito tem sido constante e reivindicamos nenhum direito a menos, lutamos bravamente, mas a luta não acabou, pelo contrário ela é constante.  Confesso que foi difícil neste período ir à comunidade que em nenhum momento mencionou nossa luta e para piorar acolhia a vereadora que é responsável pela pasta da Educação, Fatinha e que disse em alto e bom som num dos nossos movimentos na Câmara que ela não nos representa, mas sim, a Secretaria Municipal de Educação.  Enfim, lutar contra todo o sistema tem sido muito difícil, mas não desisto porque não tenho a ousadia de me comparar a Jesus Cristo, mas assim como ele tenho a missão de estar na contramão de tudo o que impede a vida de crescer.  Por isso, estou na contramão e atrapalhando o sábado.
Um abraço, 

Márcia Spadetti 
Caxias (RJ), 13/07/2014

"Com Jesus na Contramão, do lado dos pobres, dos excluídos, dos pequenos, dos humildes e dos que clamam Justiça. Jesus sempre teve de atuar na contramão da sociedade de seu tempo. Ainda hoje os que querem estar com Jesus devem andar na "contramão", em sentido contrário a tudo o que o sistema egoísta e opressor propõe." Carlos Mesters

segunda-feira, 7 de julho de 2014

1º CÍRCULO BÍBLICO DE JULHO: MATEUS → 10,1-15 - Jose Geraldo de Miranda - CEBI Volta Redonda

É com grande carinho que o CEBI-VR,
oferece o seu Encarte Bíblico de Julho/2014.
Com a temática voltada para o evangelista Mateus,
Focando os atos e palavras de Jesus frente aos judeus do seu tempo.

Um abraço
Valdeci de Oliveira - BIRO
Secretário do CEBI-VR


1º CÍRCULO BÍBLICO DE JULHO: MATEUS → 10,1-15


LEMA: “Vão e anunciem: O Reino do Céu está próximo” (Mt 10,7) 


PREPARAR O AMBIENTE: Estender um pano no chão, sobre ele um crucifixo, a
Bíblia aberta no texto que vai ser lido, uma vela acesa (símbolo da luz). Flores, uma
faixa escrita com o lema do encontro, outros símbolos que queiram acrescentar.

ACOLHIDA: Que bom estarmos juntos para acolher a Palavra de Deus, que nos
anima e orienta para missão, anunciando o Reino de Deus e pela ação do Espírito,
que concretiza os sinais da presença do amor de Jesus no mundo. Em nome do Pai,
do Filho, e do Espírito Santo. Amém!
CANTO: Eis-me aqui, Senhor (Cantando a Esperança nº 364).

LEITOR (A): - No Evangelho deste encontro, Jesus chama os que acompanham
mais de perto e compartilham as suas preocupações. Não é possível ser amigo de
alguém e não participar da vida e idéias deste alguém. A tarefa de Jesus é o Projeto
do Pai: o Reino de Amor. O importante que todos façam com que este plano de
salvação, da Boa Notícia de Jesus seja realizado, se de fato, nós queremos um mundo
pautado na justiça, na paz e na igualdade social. Todo ser humano pode participar da
atividade de Jesus, desde que se converta para a justiça que traz a paz do Reino de
Deus, isto é, liberdade e vida para todos. Quando se luta pela justiça não há mais
lugar para a preocupação.

CANTO DE ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO: Vai falar no Evangelho
(Cantando a Esperança nº 458)
UM OLHAR PARA O EVANGELHO DE MATEUS: 10,1-15

PARA REFLETIR:

1) Qual a recomendação de Jesus para seus discípulos e discípulas? E o que Jesus
recomenda para nós hoje?

2) Qual é a nossa missão em relação à preservação da natureza, da política, da
ecologia e o anúncio do Evangelho a todos ambiente que os envolve?

PRECES: ANIMADOR: - Colocar em forma de prece tudo aquilo que refletimos
sobre o Evangelho e sobre a nossa vida. Terminar com o Pai Nosso Ecumênico. Jesus
acolhe com amor os doentes e cura-os, é também um apelo à fraternidade e à
igualdade, pois não discrimina ninguém. Atinge a todos: ricos, pobres, crianças,
jovens, idosos. Diante de tal realidade, a atitude mais lógica é a da fraternidade e da
solidariedade. No envio, Jesus exorta para a fidelidade ao projeto de salvação de
nosso Senhor, que indicou o caminho para cuidar dos doentes com um dos mais  2
genuínos sinais da realização do Reino, reclama da evangelização, ações pela justiça
em favor dos enfermos, de forma especial, aqueles que se sentem desamparados,
profeticamente, é um apelo à fidelidade ao Evangelho.

OREMOS: ANIMADOR (A) - Ó Deus da vida desperta em nós o desejo de ser um
povo missionário. Ajuda-nos escutar teu apelo e daí-nos a coragem em nos deixar
guiar pelo teu Espírito. Possamos reunir, por nosso testemunho comum, homens e
mulheres de boa vontade. Que homens e mulheres sejam fortificados e levem ao
mundo a Boa Notícia do Reino. Amém!

BÊNÇÃO: ANIMADOR (A) - Que a misericórdia e amor de Deus nos uma, a
alegria de Deus nos inspire, a paz de Deus nos envolva, a coragem de Deus nos
sustente e a bênção de Deus, Pai, Filho e Espírito Santo repouse sobre nós para
sempre. Amém!
CANTO: Quero ouvir teu apelo (Cantando a Esperança nº 689)
Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo.
TODOS: Para sempre seja louvado! Amém!

domingo, 8 de junho de 2014

Roteiro para Comunidades - Estudo do Evangelho de Mateus - CEBI Caxias

Pessoal,
O Cebi Caxias apresenta a seguir uma sugestão de roteiro para encontro com as comunidades que não têm uma trajetória de estudo da Palavra de forma sistemática, mas que no período do Mês da Bíblia da Igreja Católica Romana queiram se dedicar ao estudo do Evangelho de Mateus. Caso, precisem de mais informações sobre a maneira com a qual chegamos a este roteiro, podemos enviar.

Roteiro para Comunidades - Estudo do Evangelho de Mateus - CEBI Caxias 

CURSO BÍBLICO 2014 - EVANGELHO DE MATEUS

1º DIA:  CONTEXTO

CHEGADA
CRACHÁ
DIVISÃO DE TAREFAS
ORAÇÃO
APRESENTAÇÃO POR COMUNIDADE E DO CEBI
SÍMBOLO:  Um livro grande, onde registraríamos as impressões a cada dia com fotografias...
CONTEXTO
(DINÂMICA DA VERDADE E FOFOCA:  DISTRIBUIÇÃO DE AFIRMAÇÕES SOBRE O EVANGELHO DE MATEUS EM FAIXAS, DEPOIS
Motivo da escolha do tema pela ICAR/CNBB
Estrutura do livro
Linha do tempo
Contexto da comunidade:  social, político, econômico, cultural, religioso
Mapa
ENCERRAMENTO (Lembrar as tarefas do dia seguinte)
ORAÇÃO
LANCHE

2º DIA:  

ORAÇÃO
MEMÓRIA
INTRODUÇÃO AO TEMA:  Sermão da montanha
-O que é o sermão da montanha;
- Para quem?
- Não como lei, mas algo que tem que ser encaixado na vida;
-Apresentar estas bem-aventuranças (breve);
DIVISÃO DE GRUPO:
GRUPO 1:  Lembrando que a justiça do Reino é muito maior que a justiça da lei, ler Mt 5, 21-32 e responder:
A)O que Jesus está querendo propor no lugar da Lei de Moisés?
B)De que forma vivemos esta proposta de Jesus no relacionamento com o próximo?
C) De que forma vivemos esta proposta de Jesus no relacionamento familiar?
APRESENTAÇÃO:  Forma de Música
GRUPO  2: :  Lembrando que a justiça do Reino é muito maior que a justiça da lei, ler Mt 5, 33-37 e responder:
A)O que Jesus está querendo propor no lugar da Lei de Moisés?
B) Até que ponto nosso pensamento e palavra têm sido coerentes com nossa ação/
APRESENTAÇÃO:  Esquete
GRUPO  3:  Lembrando que a justiça do Reino é muito maior que a justiça da lei, ler Mt 5, 38-47 e responder:
A)O que Jesus está querendo propor no lugar da Lei de Moisés?
B) O que nos impede de viver esta forma radical de amor ao próximo?
APRESENTAÇÃO:  Entrevista
GRUPO 4:  Ler Mt 6, 1-18 e responder:
A)Quais são as três práticas religiosas que Jesus propõe a todo cristão?
B)De que maneira estas práticas religiosas tem se transformado em solidariedade, diálogo com Deus e liberdade frente aos bens?
APRESENTAÇÃO:  De forma criativa
GRUPO 5:  Ler Mt 6, 19 – 7, 14 e responder;
A)Esta proposta de Jesus é possível ser vivida hoje?  Por quê?
B)O que está faltando em nossa sociedade para que possamos vivenciá-la?
C)De que maneira pequenas ações e gestos podem começar a mudar as relações na direção da justiça do Reino?
APRESENTAÇÃO:  Na forma de exemplos
GRUPO 6:  Ler Mt 7, 15 –2 7 e responder:
A)Diante da realidade, podemos dizer hoje:  Existem falsos profetas?  Quais são suas práticas?  Como identificá-las?
B)Por que profetizar, expulsar demônios e fazer milagres em nome de Jesus podem ser consideradas práticas contrárias a vontade de Deus?
C)Quais são os alicerces onde estamos construindo (organizando) nossas comunidades hoje?
APRESENTAÇÃO:  Cartaz
PLENÁRIO
AMARRAÇÃO
ORAÇÃO FINAL

3º DIA:  Parábolas

Ter um olhar voltado para a história.  Criar um ambiente de contação da história (tapetes, almofadas)  Talvez, a mesma parábola de Jesus.
ORAÇÃO INICIAL
MEMÓRIA
INTRODUÇÃO AO TEMA:
Apresentar o tema das parábolas no início e o tema central de cada isso.

DIVISÃO DE GRUPO:  Reescrever as parábolas para hoje.  Como falar hoje das parábolas.  Como falar para que pudéssemos entender hoje

GRUPO 1:  Mt 13, 3-9
GRUPO 2:  -Mt 13, 24-30
GRUPO 3: Mt 13, 31-32
GRUPO 4:  Mt 13, 33
GRUPO 5:  Mt 13, 44-46
GRUPO 6:  Mt 13, 47-50
PLENÁRIO
AMARRAÇÃO

4º DIA:  Sermão da comunidade

ORAÇÃO INICIAL
MEMÓRIA
INTRODUÇÃO AO TEMA:
-Qual é a comunidade de Mateus?
-Formação dessa comunidade?
-Conflitos internos e externos;
-Rosto dessa comunidade;
No livro Como ler Mateus (129-136); PNV 313 (32-34); Deus Conosco – Verbo (81/99); Ele está no meio de nós (131-138))
DIVISÃO DE GRUPO
GRUPO 1:  Mt 18, 1-35
1-O que está acontecendo na comunidade que leva Mateus a fazer esta pergunta:  Quem será maior no Reino de Deus?
2-Hoje, nas nossas comunidades acontece o mesmo?  Temos necessidade de reconhecer quem é o maior?
3-Como ligar e desligar o poder da comunidade?
APRESENTAÇÃO:  Esquete
GRUPO 2:  Mt 18, 1-35
1-O que está acontecendo na comunidade que leva Mateus a questionar:  Como evitar o escândalo?
2-Quais são os escândalos da comunidade de Mateus?
3-O que liga e desliga os escândalo?
APRESENTAÇÃO:  Rap, desafio, coco, repente
GRUPO 3:  Mt 18, 1-35
1-O que está acontecendo na comunidade de Mateus para afastar as pessoas?
2-Quais são os acontecimentos que levam as pessoas a se afastarem?
3-O que liga e desliga o afasto?
APRESENTAÇÃO:  Protesto
GRUPO 4:  Mt 18, 1-35
1-O que está acontecendo na comunidade de Mateus para que ocorra o resgate do irmão?
2-De que jeito Mateus indica a comunidade resgatar o irmão e os que provocam a saída da comunidade?
3-O que liga e desliga a correção fraterna na comunidade?
APRESENTAÇÃO:  Reportagem
GRUPO 5:  Mt 18, 1-35
1-O que está acontecendo na comunidade de Mateus para indicar o exercício do perdão?
2-Como exercer o perdão nas comunidades?
3-O que liga e desliga o perdão nas comunidades?
APRESENTAÇÃO:  Tribunal
PLENÁRIO
AMARRAÇÃO
Destacar o foco do texto em si:  os pequeninos, Deus e o perdão
ORAÇÃO FINAL

5º DIA:  Sermão da vigilância

ORAÇÃO INICIAL:  Mt 24, 32-36
RECORDAÇÃO DA VIDA
INTRODUÇÃO AO TEMA:  O sermão da vigilância
No livro Como ler Mateus (172-184); PNV 313 (35-39);
DIVISÃO DE GRUPO:  Bem-aventuranças - Mansos, Misericordiosos, aflitos, famintos, puros, perseguidos
GRUPO 1:  Mt 24, 1-13
1-Olhando para o texto, o que representa o templo como instituição para o povo e os poderosos?
2-O Templo está a serviço de quem?  Como exerce o seu serviço?
3-Quais as consequências da destruição do Templo?
GRUPO 2:  Mt 25, 1-13
1-Estamos caminhando para uma grande festa.  Estamos com as lâmpadas preparadas para iluminá-la?  Como fazer esta preparação?
2-Se não praticarmos a justiça, Jesus não nos reconhece.  O que isto significa?
GRUPO 3:  Mt 25, 14-30
1-Cada um de nós recebeu uma missão relacionada com a justiça e segundo a própria capacidade.  Como estamos realizando?
2-Deus aceita desculpas?  Quais as nossas desculpas?
3-Existe alguém inútil para o Reino de Deus?
GRUPO 4:  Mt 25, 31-46
1-Como imaginamos o Juízo Final? Diante do que vamos ser julgados?
2-A prática da justiça é o critério do julgamento.  Comente:
CELEBRAÇÃO:
Apagar as luzes,fazer uma memória do que nos coloca nas trevas.  Falar o que ilumina a caminhada, aos poucos, acende-se as velas.  Pai-nosso ou abraço da paz, troca-se lamparina.  Fazer um momento de partilha com todos(alimentos).




quarta-feira, 7 de maio de 2014

Maria de Todas Nós. Fernando Henriques - CEBI Méier

CEBI MÉIER
Comunidade Renato Cadore

Maria de Todas Nós.


Fernando Henriques
coordenador


“Mas, é preciso ter manha, é preciso ter graça, é preciso ter sonho, sempre. Quem traz na pele essa marca possui a estranha mania de ter fé na vida” (Maria, Maria, de Milton Nascimento e Fernando Brant).

“Hoje, depois de leituras, reflexões e maturidade... o que Maria representa para mim? (...) Vejo essa Maria no rosto de cada mulher latino-americana pobre e sofredora que faz suas escolhas, que dá o seu sim sem medo e participa de projetos de libertação, quando tem possibilidade de participar de processos que podem mudar a sua vida e a de outras pessoas como ela.
É a Maria que atualizou o Cântico de Ana, ouvido quando se reunia com a sua gente. Por intermédio deste cântico, fez a sua confissão de fé, acreditando que Deus livraria o seu povo da opressão do Império Romano masculino. Ao lançar o seu grito no Magnificat (cf Lc 1, 46-55), ela confessa claramente que o Deus que realizou o milagre em Ana, é capaz de inverter a ordem estabelecida, dando força aos débeis. Nesse cântico, ela revela a sua esperança em um mundo mais justo, e por isso aceita livremente participar do plano de redenção de Deus. Profundamente identificada com o sofrimento de sua gente, ela sabe que seu sim é o que tornará possível a ação de Deus na história” (Sônia Gomes Mota, pastora presbiteriana).

Segundo Wanda Deifelt, houve no protestantismo latino-americano uma negação à veneração dos santos e, em particular, a Maria – a maior de todos os santos. O caráter anticatólico do Protestantismo no continente levou a uma intolerância muito maior da figura de Maria do que em outros lugares. Como a espiritualidade católica vem marcada justamente por uma piedade mariana, isso resultou às vezes, numa franca perseguição à imagem de Maria.

Neste mês de maio o CEBI Méier juntou a mariologia à sua vocação ecumênica e propõe uma reflexão sobre a figura de Maria de um ponto de vista evangélico, baseando-se em texto de duas pastoras, uma luterana e a outra presbiteriana.
O ecumenismo, vocação cebiana desde sua fundação, procura valorizar o que nos une, nós todos que nos confessamos cristãos. Jesus de Nazaré, o Messias encarnado é nosso maior ponto de união. Maria, com seu sim livre e corajoso foi o ponto de partida para a nossa redenção. Pode Maria nos separar?

Entretanto não se pode falar de Maria sem nos lembrarmos de José, seu fidelíssimo esposo. Segundo Mateus ele garantiu a segurança do Emanuel levando-o à terra do Egito. Ensinou-lhe sua profissão de artesão, que era o que se esperava de um pai daquela época. José foi a âncora firme daquela família pobre de Nazaré, aldeia de muito pouca importância, a ponto de nem figurar em alguns censos romanos do primeiro século.

“Sem dúvida, segundo o Evangelho de Lucas, José foi um pai engajado. Ele estava presente no estábulo, onde Maria deu à luz. Considero este fato muito importante, a presença do pai na hora do parto, pois aponta para um compromisso na paternidade e apresenta novas dimensões para a masculinidade. A presença de José na hora do parto de Maria é uma luz para refletir a paternidade também em nossos dias” (Claudete Beise Ulrich, pastora luterana).

O CEBI Méier convida a todos para fazermos juntos um encontro para refletirmos sobre Maria de um ponto de vista ecumênico. Este encontro será realizado no sábado, 17/05/14, das 8:30 às 12 horas, na Casa Padre Dehon. Venha participar e refletir conosco.

Programação CEBI Méier para maio/2014:
10/05 Jesus, o Mestre da Justiça – introdução ao Evangelho de Mateus.
17/05 Maria de Todas Nós –  Mariologia e Ecumenismo.
24/05 Evangelho de Mateus – capítulos 1, 2 e 3.
31/05 Evangelho de João – capítulos 19 e 20.


*******************************************************************************************

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Tributo ao Companheiro Lima. por Fernando Henriques



Tributo ao Companheiro Lima. 

Fernando Henriques, coordenador do CEBI MÉIER
Comunidade Renato Cadore


A 4 de agosto de 2007, por iniciativa do Pe. Renato Cadore(ICAR) o CEBI Méier fazia sua primeira atividade  pública, o encontro inicial de um Curso Popular da Bíblia, abordando o Primeiro Testamento a partir de coleção de Téa Frigério publicada pelo CEBI.
     Este encontro foi realizado num sábado, durante todo o dia, com almoço partilhado no foyer do térreo da Casa Pe Dehon(ICAR). A assessoria coube ao Fabiano, do CEBI Centro Rio. Quase meia centena de companheiros iniciou o curso e muitas deles(as) perseveraram e continuaram no CEBI Méier, alguns até a data presente. Outro até o lucro maior de uma páscoa que significou partir para estar mais perto do Cristo Jesus. Nosso companheiro Lindolfo Lima completou a jornada, não sem antes deixar um legado de que somos beneficiários e administradores.  
     A assiduidade do companheiro Lima a nossos encontros foi sempre exemplar, exceto por incontornáveis motivos profissionais e familiares ou por condições adversas de saúde. E em todo este tempo, geralmente como subcoordenador, o nosso Lima foi protagonista de uma série de iniciativas, algumas delas perduram até os dias de hoje.
      A Comissão de Cidadania, Fé e Política foi uma de suas iniciativas. Ela assumiu os encontros anuais da Campanha da Fraternidade(ICAR), o que se repetirá em 2014, e trouxe para debater conosco inúmeros cidadãos que se dedicam à política e à gestão da coisa pública. Também a saúde, a educação e os transportes públicos foram objeto de encontros.
     O CEBI Gesto Concreto foi outra de suas iniciativas. Praticamente desde a sua fundação o CEBI Méier arrecada artigos de primeira necessidade, com campanhas definidas por uma comissão específica, e as encaminha a entidades que precisam de auxílio para continuar a prestar serviços aos mais necessitados.
     Quando o estudo pareceu demasiadamente pesado o Lima veio com uma ideia notável, o CEBI Conversa Fiada. Trata-se de reuniões fora do calendário de estudos, em que os cebianos do Méier se juntam para comer, beber e conversar, sem qualquer agenda prévia, ao sabor do momento e dos “causos” que porventura surjam.      
    E houvesse mais coragem do grupo e talvez tivéssemos hoje um coral do CEBI e uma rádio comunitária. Decididamente Lima era um visionário e decidido a por mãos à obra, sempre que o apoio da comunidade não lhe faltava. E um programa de visitas esteve sempre em pauta, especialmente ao museu da aviação, uma das paixões de nosso companheiro, junto com o Pará e o Círio de Nazaré.
    Um ano após ter retornado à casa do Pai, o coletivo cebiano do Méier houve por bem realizar um encontro que será um tributo a um companheiro que nos deu tanto e a quem fizemos certamente muito pouco. Vamos nos reunir para lembrar o velho companheiro de lutas, aquele que sempre nos ensinou que sabemos muito pouco, quase nada, e que nossos encontros serão sempre expressão de Fé, Esperança e Amor.
    Companheiro Lima, tua memória vai acompanhar a Comunidade Renato Cadore em sua caminhada.
   
  O CEBI Méier realizou no dia 08/03/14 um encontro em tributo ao companheiro Lima.  


domingo, 24 de novembro de 2013

Povo brasileiro foi às ruas gritar suas demandas. Fernando Henriques - CEBI Méier

CEBI MÉIER - Comunidade Renato Cadore


Povo brasileiro foi às ruas gritar suas demandas.
Fernando Henriques
coordenador


Brasília foi palco da abertura da Copa das Confederações. A presidenta Dilma e o presidente da FIFA foram mimoseados com uma solene vaia da classe média presente. Pobre no Brasil não pode mais ir aos estádios. Melhor dizendo, não pode ir às Arenas, nome da moda.
   O Brasil tem de volta o velho Felipão. A Família Scolari mais uma vez deu o ar de sua graça. Tendo em mãos uma grande geração de atacantes e uma defesa sólida como poucas em nossa história, o veterano treinador montou uma equipe competitiva e que até joga bonito de vez em quando. A poderosa Espanha não foi suficiente para parar o escrete canarinho. E Neymar já desponta como podendo vir a ser um de nossos maiores jogadores de todos os tempos, da estirpe de Zico, Pelé e Leônidas da Silva.
A Copa das Confederações é um aperitivo da Copa do Mundo. Não mais do que isso. Serve também para se testar a organização e o equipamento esportivo, ao menos parcialmente. Por isso é bom não superestimar a conquista. O Brasil já venceu antes e perdeu a Copa. Na verdade, até hoje, nenhuma seleção venceu a Copa das Confederações e a Copa do Mundo no ano seguinte. Cautela e canja de galinha não fazem mal a ninguém.
    Na época da ditadura militar a ARENA era o partido que dava sustentação ao regime autoritário. Na Roma antiga, arena era um local onde os leões se punham a comer os cristãos e não só. Modernamente arenas são essa mistura de estádio, espaço de shows e eventos, e shopping center em que foram transformados os campos de futebol. Muita sofisticação e pouco respeito pelo povão que era o grande frequentador de locais como a geral do Maracanã. O profissionalismo exacerbado e o chamado padrão FIFA ainda vão matar o nosso tão querido futebol.
   O futebol evoluía nos estádios e o povo protestava nas ruas. A partir de São Paulo e espalhando-se pelo Rio de Janeiro e pelo restante do país, tomou forma o protesto do MPL (Movimento Passe Livre), o qual parte do pressuposto que se falamos em saúde pública e em educação pública, também deveríamos falar em transporte público. Um transporte de massa de qualidade e que não tenha de ser pago pelo cidadão. Há diversos casos espalhados pelo mundo em que se cobra tarifa zero. Em São Paulo, anos atrás, a gestão PT (Luiza Erundina) da capital bandeirante tentou sem sucesso implantar o sistema. O MPL foi fundado em 2005 durante o Fórum Social Mundial capitalizando a chamada Revolta da Catraca em Florianópolis no ano anterior.
   O motivo imediato das atuais manifestações foi o aumento das tarifas de ônibus, trens e metrô na capital paulista: aumento de 20 centavos (de 3,00 para 3,20 reais). Mesmo aumento de ônibus no Rio de Janeiro (de 2,75 para 2,95 reais), onde já se havia registrado um aumento ainda mais salgado nas barcas e no metrô.
   Seguindo os métodos de convocação da chamada Primavera Árabe e de movimentos na Espanha e nos Estados Unidos, os jovens estudantes do MPL passaram a convocar grandes manifestações pelas redes sociais, a primeira delas em São Paulo, a 11 de junho, logo seguidas por manifestações no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Fortaleza e inúmeras outras capitais e cidades do interior, derramando-se por mais de 400 municípios. A resposta positiva à convocação pegou de surpresa a classe política, a mídia e a maioria do povo. Dia 13 de junho, Dia de Santo Antônio, um milhão de pessoas foram às ruas e desfilaram pela avenida Presidente Vargas, da Candelária até a sede da Prefeitura na Cidade Nova.
   É preciso notar que o MPL é apartidário, mas não antipartidário como certa facção da mídia tentou fazer crer. Na verdade, desde o início do movimento ele contou com a juventude do PSOL, PSTU, PCO e vários outros, além dos anarquistas. Já as estruturas partidárias demoraram cerca de 10 dias a se posicionar, inclusive a do PT. À medida que o movimento se expandiu foram sendo agregados feministas, gays, punks, juventude de igrejas diversas, cicloativistas, inimigos dos automóveis,black blocs e um sem número de outros tipos nem sempre bem rotulados.
   Depois de alguma hesitação, os governos recuaram e cancelaram o aumento dos transportes públicos, esperando assim esvaziar o movimento. Não foi bem assim. Logo foram surgindo outros gritos de luta. As demandas por melhor educação, melhores transportes, melhor cuidado com a saúde foram somadas a reivindicações de reforma política e contra a PEC 37 (Proposta de Emenda à Constituição) que retirava do MP (Ministério Público) o direito de investigação.
   O fator aglutinador do movimento depois da quebra da bandeira das tarifas talvez tenha sido a truculência da Polícia Militar na repressão ao movimento. Enviar contra manifestantes exercendo a sua cidadania uma tropa de choque, treinada para enfrentar as poderosas e bem armadas quadrilhas do narcotráfico, pode não ter sido a melhor decisão. Trouxe de novo à discussão a necessidade de se desmilitarizar a polícia, por enquanto um pequeno eco em meio à gritaria. Muitos jornalistas foram espancados e presos acusados de formação de quadrilha entre outros delitos. O que só atesta o despreparo da polícia em lidar com um suposto levante popular.
   A televisão e os jornais pareceram também surpresos com a magnitude dos protestos. De início restringindo-se a informar os incômodos que resultavam para o trânsito das cidades, logo perceberam o fato novo e associaram-se à agenda da direita política que tentava empolgar o apelo das ruas com demandas essencialmente conservadoras e até mesmo irresponsáveis namorando o golpismo institucional. Apareceram bandeiras a favor das privatizações e exigindo redução de impostos.
   A imprensa passou a mostrar a ação de radicais no interior do movimento, rotulados como vândalos, e a separar esses elementos da maioria pacífica dos manifestantes. Ônibus, agências bancárias e mobiliário urbano foram os principais alvos. Mas quem eram esses vândalos? Muitos eram simplesmente manifestantes extremados, mas não se pode descartar a infiltração de grupos interessados na desestabilização da vida pública.
   Uma turma de oportunistas operando no limite da marginalidade percebeu a oportunidade e os saques de lojas começaram.
   O governo federal, com algum atraso, passou à ofensiva tentando encampar a hipótese da reforma política. A presidenta Dilma Rousseff propôs um plebiscito sobre o assunto, mas alguns constitucionalistas viram logo uma impossibilidade jurídica na proposta.
   O Congresso Nacional, atacado diretamente pelos manifestantes em Brasília também se viu obrigado a uma tomada de posição, desengavetando inúmeros projetos de cunho social que estavam esquecidos. E a votação da PEC resguardou o direito investigativo do MP. Alguns renomados juristas apontavam flagrante inconstitucionalidade da proposta e uma nova batalha no STF (Supremo Tribunal Federal). Desta vez não foi preciso chegar a tanto.
   Por fim, a ação de vândalos (radicais e oportunistas) tornou-se tão problemática que o MPL resolveu sair das ruas e não convocar mais manifestações. Entretanto elas ainda tiveram fôlego para mais passeatas. Com o tempo houve o natural refluxo.  
   Uma das demandas que as ruas colocaram foram os gastos com os estádios para a Copa do Mundo 2014. Realizar a Copa, que parecia ser uma unanimidade nacional, mostrou que contava com muitos opositores nas ruas. Algumas das manifestações foram em direção aos palcos dos jogos da Copa das Confederações.
   Outra constatação: é cada vez maior o número de pessoas que não se reconhecem representadas no sistema eleitoral vigente. Muitas instituições perderam prestígio, como o Executivo, o Legislativo e até o Judiciário, além dos partidos políticos.
   As manifestações brasileiras diferem de outras pelo mundo a fora. Aqui não há crise política e nem econômica. Os doze anos de governo petista reduziram dramaticamente os índices de pobreza, a massa salarial aumentou, estamos próximos do pleno emprego. As ruas parecem dizer que isso não basta. O exemplo provavelmente mais próximo são as manifestações em Istambul, na Turquia.
   Fato político relevante: as primeiras pesquisas realizadas após os acontecimentos mostram acentuada queda na aprovação popular de governadores e prefeitos. E também do governo federal do PT e aliados. E especialmente caiu bruscamente a popularidade da presidenta Dilma Rousseff. As eleições do ano que vem podem não ser as favas contadas que muitos imaginavam ser.
   Por fim os trabalhadores entraram em cena. As principais centrais sindicais convocaram manifestação unitária em todos os cantos do país. No Rio de Janeiro, cerca de dez mil trabalhadores tomaram a Avenida Rio Branco, caminhando da Igreja da Candelária até a Praça Floriano, onde se situa a Câmara de Vereadores. A volta dos trabalhadores às ruas talvez tenha sido o fato mais importante de todo este processo.
    Voto não tem preço, mas traz sempre muitas consequências. Ano que vem os brasileiros serão chamados a um importante ato eleitoral. Numa altura em que a cidadania se vê reforçada pelos movimentos das ruas e órgãos como a CNBB e a OAB se empenham em fazer acontecer uma verdadeira reforma política, todos os cristãos são convocados a participar das decisões que afetarão a toda a comunidade.

   O CEBI Méier contempla uma Comissão de Cidadania, Fé e Política. Neste ano que se aproxima será necessário estabelecer os modos de intervenção que possibilitem uma ajuda às pessoas na tomada de decisão a que serão chamadas. Venha trazer sua contribuição, defender suas opiniões e participar dos debates que certamente a Comissão vai organizar.
   O CEBI Méier se reúne todos os sábados (exceto feriados) das 8:30 às 12 horas, na Casa Padre Dehon (Rua Vilela Tavares, 154, Méier). Venha participar das nossas reflexões.  

Programação para novembro/dezembro:

30/11 Curso Popular da Bíblia – monarquia e profetismo.
07/12 Vaticano II – Décimo Encontro – Reversão do Concílio.
14/12 Celebração de Natal.

Obs: Depois estaremos em férias, voltando a partir de março.